Diana Ross, a estrela suprema da música americana

Diana Ross
Diana Ross - Foto: Divulgação
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Poucas vezes veremos artistas com o star quality e o magnetismo de Diana Ross – isso se voltarmos a ver, pois é raro. Quando ela sobe ao palco, não há olhos para banda, pirotecnia ou qualquer coisa além do carisma e da voz aveludada da diva. Diana é um exemplo claro de longevidade: ela está na mídia desde a década de 1960 e está na ativa. Hoje, ela se dedica menos à carreira, mas vez ou outra sai em turnê pelos Estados Unidos. Talvez ela tenha sido a primeira popstar negra que o mundo conheceu.

A carreira da cantora é tão brilhante e influenciadora que sua evolução acaba se confundindo com a evolução da música pop. Diana teve diversas fases que refletiam o modo de pensar artístico de determinada geração.

Quando junto das Supremes, a voz e a imagem passou pelo Rock ‘n’ Roll, dos anos 60:

Pelo R&B pesado da primeira metade dos 70:

Pela era Disco, na segunda metade dos anos 1970:

Passando também pela primorosa produção dance de Nile Rodgers nos anos 1980:

E até flertou com o estilo house no anos 1990 – e sem perder seu estilo único.

Diana é sinônimo de sucesso instantâneo. Pura nostalgia de uma era de ouro. Já com a carreira consolidada, vive de seu inquebrável legado na cultura pop, construído com as canções certas no momento certo.

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