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    A Geração Z na música

    Geração Z, para quem não sabe, é como são chamados todos os nascidos de 1990 para cá, data que foi escolhida para esse marco por ser considerada o ano de nascimento da World Wide Web. Dessa forma, os pertencentes a essa geração já cresceram conectados à internet, aplicativos, dispositivos móveis, redes sociais e todo esse novo modo de vida digital.

    Nasci em 1993. De uns tempos para cá, comecei a perceber que diversos artistas, não só na música, são da minha idade ou até mesmo mais novos que eu. Esse é o tipo de coisa que faz a gente perceber que está ficando velho e, ao observar que muitos deles são realmente bons no que fazem e já atingiram o sucesso com tão pouca idade, se perguntar “o que eu tô fazendo da minha vida?”. Se você é mais velho do que, pode se preocupar ainda mais.

    Brincadeiras à parte, quando percebi que muitos artistas que são meus companheiros de geração – mas não de talento – começaram a ganhar espaço no meu HD e no meu coração, tive a ideia de criar essa postagem.

    Para elaborar a lista, destaquei os cinco dos quais mais gosto, cuja futura carreira, a meu ver, só tende a decolar. Ao fim do post, algumas menções honrosas, que também vem conquistando seu espaço no cenário musical, mas sobre os quais não posso falar muito por não conhecer tanto.

    Desses cinco de destaque, alguns são mais hypados, outros não tão conhecidos, mas vejo em cada um deles honestidade artística. Obviamente, todos tentam se adequar ao mercado, mas nenhum deixa de lado suas inspirações. Inclusive, todos tem um tom nostálgico em seus trabalhos: são muitas as referências a artistas da Geração X (nascidos de 1960 a 1978) ou até mesmo dos BabyBoomers (nascidos de 1943 a 1960).

    Antes de irmos a eles, uma curiosidade que só reparei depois de terminar o post: nenhum deles, nem os cinco de destaque e nem os cinco da menção honrosa, é americano.

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    Filme inédito de Orson Welles é encontrado na Itália

    Foi anunciada nesta quinta-feira (09) uma descoberta um tanto quanto empolgante: um filme do diretor Orson Welles (1915-1985) datado de 1938, três anos antes de ele se dirigir à Hollywood para gravar sua obra prima Cidadão Kane, foi encontrado em Pordenone, região nordeste da Itália.  A fita de 35 milímetros trata-se de Too Much Johnson, uma comédia sobre adultério protagonizada por Joseph Cotten e pela então mulher de Welles, Virginia Nicholson. Idealizada em três partes, que deveriam ser projetadas em forma de prólogo para cada um dos atos de sua adaptação da obra teatral de mesmo nome, a película tem duração de cerca de 40 minutos e foi produzida para a Mercury Theatre, a célebre companhia teatral fundada pelo cineasta e pelo produtor John Houseman. Porém, Welles não concluiu sua edição e a fita nunca foi mostrada ao público.

    Confira algumas imagens do filme:

    Apesar de ter sua existência bem documentada e até filmagens de sua rodagem, onde o jovem Welles de 23 anos, enérgico e divertido, dirigia o filme debaixo de um chapéu de palha gasto, o filme havia sido considerado perdido até mesmo pelo próprio diretor, que acreditava que a única cópia do filme tivesse sido destruída no incêndio que atingiu sua casa em Madri em 1970.

    A película foi encontrada em um armazém em Pordenone, região nordeste da Itália, por membros da equipe de Cinemazero, que organiza há três décadas o festival de cinema mudo na região.  Após a identificação, a cópia do filme foi entregue a um dos grandes arquivos italianos de cinema, La Cineteca de Friuli, de onde o material foi transferido para a George Eastman House para ser restaurado.

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    JK Rowling e o peso de um nome valorizado

    Recentemente, o mundo impressionou-se com a revelação de que J.K. Rowling publicara, em abril deste ano, um livro sob o pseudônimo de Robert Galbraith. The Cuckoo’s Calling foi recebido positivamente pelos críticos, com comentários favoráveis, ótimas classificações. Alguns críticos até deixaram evidente certa dificuldade em acreditar que o livro era de um iniciante, e de fato não era. Mesmo com a ótima recepção, apenas 1500 cópias foram vendidas no Reino Unido, antes da informação vazar.

    Porém quando souberam que o livro era da autoria de J.K. Rowling, The Cuckoo’s Calling alcançou em menos de 24 horas o topo dos mais vendidos da Amazon, tanto da americana quanto da britânica. “Eu esperava manter esse segredo por um tempo um pouco maior, pois ser Robert Galbraith tem sido uma experiência libertadora. Tem sido incrível publicar sem hype ou expectativa e pelo puro prazer de ter um retorno sob um nome diferente”, revelou J.K. Rowling.

    Pseudônimos são normais e constantemente utilizados, principalmente por autores consagrados que, como J.K. Rowling, pretendem desviar os olhares e diminuir o alvoroço em relação ao seu trabalho. O desejo de publicar como um escritor comum, saber que as críticas, a recepção, o amor, o ódio, tudo que é atribuído ao livro, são primordialmente resultados do que está escrito sem grande foco no nome do autor.

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    Emissoras de TV investem em adaptações de clássicos do terror

    Seguindo o sucesso de Bates Motel e Hannibal, mais dois clássicos do terror serão adaptados para as séries de TV. Ao passo que, os estúdios detentores dos direitos autorais de O Exorcista (1973), negociam com emissoras americanas uma nova roupagem para a história de Regan MacNeil na televisão; a NBC, responsável por Hannibal, promete transformar  O bebê de Rosemary1968) numa minissérie dividida em quatro episódios.

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    A adaptação desses clássicos da sétima arte para as séries de TV, revelam o fenômeno que se originou a partir de Motel Bates e Hannibal, ao explorar a impressão que Psicose (1960) de Alfred Hitchcock e O Silêncio dos Inocentes(1991) dirigido por Jonathan Demme (e toda a franquia famosa devido a atuação de Anthony Hopkins), deixou no imaginário dos espectadores.

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    Coldplay divulga letra de “Atlas”, trilha de “Jogos Vorazes: Em Chamas”

    O Coldplay divulgou no twitter oficial da banda uma foto com a letra de sua nova música intitulada Atlas.

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    A canção será lançada no dia 26 de agosto e fará parte da trilha sonora do filme Jogos Vorazes:  Em Chamas, que estreia no dia 22 de novembro.

    “Tenho um grande respeito e admiração pelo Coldplay, e estamos entusiasmados com o quão bem eles estão ligados aos temas e ideias do filme”, disse o diretor do filme Francis Lawrence ao site Rolling Stone. “A paixão inabalável e emoção com o projeto elevou a colaboração ainda mais, e não podemos esperar para compartilhar esta música com o público ao redor do mundo,” completou.

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    Funk Carioca ganha espaço no cenário musical brasileiro

    Parafraseando o poeta, “é som de preto e de favelado mas quando toca ninguém fica parado”. O funk carioca é um ritmo que nasceu nas favelas do Rio de Janeiro, em meados dos anos 80 e, até hoje, enfrenta uma série de preconceitos. Voltando à paráfrase do início do texto, é um ritmo vital para qualquer festa hoje no Brasil.

    Rio é Funk

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    Rise encerra a temporada final de Skins

    Exibido no Reino Unido desde 2007 e com o último episódio transmitido em março do ano passado, o seriado Skins voltou com a sétima e última temporada. Em seis episódios, divididos em duas partes, a trama se encarrega de mostrar o que alguns de nossos personagens favoritos se transformaram. E quais são os dramas vividos por eles na fase adulta.

    Os personagens que dão as caras na 7ª temporada são Effy Stonem, Naomi Campbell e Emily Fitch, que aparecem no episódio Fire (E01 e E02); Cassie Ainsworth, no episódio Pure (E03 e E04); e James Cook, no episódio Rise (E05 e E06).

    Fase adulta traz novos dramas
    Fase adulta traz novos dramas

    No post, falaremos dos episódios cinco e seis, os chamados Rise* esse post contém spoiler

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    Vem aí 2015, o ano de ouro do cinema!

    Não é de hoje que Hollywood opera por expectativas. A cada ano, tem-se criado um verdadeiro show de superação para o que se aproxima, e daí se origina a corrida anual de estreias, em que os estúdios chegam (quase literalmente) a guerrear para garantir seus lançamentos em um fim de semana sem competidores e, acima de tudo, garantir contratos para sequências das megaproduções que saírem ilesas. Resultado: uma mega onda de blockbusters e a certeza de mais um ano lucrativo e competitivo, que nem sempre poupa os espectadores de fiascos.

    Seguindo essa conhecida premissa, 2015 será um tsunami, cotado a ser um dos anos mais promissores para o cinema.

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    The Wanted x One Direction: Essa rixa é realmente necessária?

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    Sempre que vejo essa rivalidade, me questiono: em que parte da história eu parei?

    É muito estranho ver The Wanted e One Direction se alfinetando no Twitter. Afinal, se bem me lembro, as boybands tinham uma relação amigável. Os rapazes do The Wanted até faziam campanha de votos em prol dos meninos do One Direction, quando esses participavam da competição do X-Factor. Alguns vídeos das duas bandas juntas provam o que estou dizendo.

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