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    Inferno, a nova obra apocalíptica de Dan Brown

    “Se você pudesse apertar um botão e matar aleatoriamente metade da população terrestre, para que daqui a cem anos a raça humana não seja extinta. Você faria?” – O famoso autor de livros de gênero romance policial, Dan Brown, deixa seus leitores de cabelo em pé na sua mais nova obra, Inferno.

    No início da jornada acompanhamos o professor de simbologia em Harvard, Robert Langdon, acordar misteriosamente em um hospital na cidade de Florença, na Itália , com um ferimento à bala na cabeça e sem ter a menor ideia de como foi parar ali.

    Assim como nos outros livros da “série Langdon”, o enredo nos leva ao passado e faz referências a antigos artistas italianos. Neste livro, o artista principal é Dante Alighieri, poeta que tem como obra mais conhecida A Divina Comédia, que narra a passagem de Dante (quando expulso de Florença) pelo inferno, purgatório e paraíso. Poucos sabem, mas o nome “comédia” não remete a vertente humorística da obra escrita no século XIV em forma de poesia épica. Naquela época a literatura italiana era divina em duas categorias: A primeira era a tragédia, pertencente a alta literatura e escrita em italiano formal; A segunda comédia, da baixa literatura, escrita em vernáculo e destinada a população em geral.

    Na mesma linha de O Código da Vinci, o professor, acompanhado de Sienna Brooks, segue pistas deixadas pelo seu perseguidor misterioso, para no fim, salvar o mundo de um final trágico. Percorrendo pontos históricos da cidade de Florença, Robert Langdon descobre que a mente obcecada pelas obra de Dante é do cientista Bertand Zobrist.

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    Na batalha Brave x Roar, ganha a corajosa ou a leoa?

    Quando um artista lança material novo, principalmente quando divulga o primeiro single de um novo álbum, não costumo escrever sobre a música sozinha. Gosto de avaliar tudo dentro do contexto do álbum, por me parecer mais justo.

    Como já devem saber, vazou hoje Roar, primeiro single do novo álbum da Katy Perry, Prism. Não escreveria sobre a música simplesmente por ela ter saído, pelo motivo que citei acima. Acabei sentindo vontade de mostrar meu posicionamento depois de alguns comentários que foram surgindo na internet ao longo da tarde.

    Roar, que não remete aos tempos de One of the Boys, como eu esperava que o Prism fizesse, também não lembra as músicas do Teenage Dream, a meu ver.

    Quando Katy lançou o terceiro vídeo teaser da música, revelando o trechinho “ô, ô, ô” do refrão, já achei que não gostaria do novo material. Apesar disso, a faixa completa acabou me surpreendendo e me agradando mais do que eu esperava. Não me lembrou nada do One of the Boys, como eu queria, mas também não me lembrou nada que a Katy tenha feito antes, apesar de não ser algo muito inovador no mundo musical, em geral. É, de fato, uma faixa chiclete. Acredito que até aqueles que a rejeitaram já estarão repetindo o “ô, ô, ô” sem sentir daqui a alguns dias.

    No entanto, o que me levou a criar esse post foi o tanto de gente que anda comparando Roar com Brave, música da Sara Bareilles lançada em em abril desse ano.

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    Uma nova era, um novo cabelo

    Foi-se o tempo que para ser uma diva a cantora só precisava ter uma bela voz. Na atualidade, a indústria cultural pede que ela tenha carisma, talento, beleza e madeixas que criem moda. A cada álbum novo, as artistas aparecem de visual diferente: loiras, morenas, de cabelo liso, crespo e algumas até carecas.

    Neste post vamos relembrar as cabeças que “fizeram cabeças” pelo mundo afora.

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    Antes do apocalipse, a humanidade viveu muitas outras batalhas

    SP1Homens de farda armados, aguardam o desembarque na praia de Omaha em 6 de junho de 1944. Do outro lado, protegidos por sacos de areia ou em altas torres de madeira está o exército alemão, que atira freneticamente em seus inimigos,  deixando desde já uma quantidade enorme de soldados mortos.

    Em Anjos da Morte, a partir de uma cena a altura de “O Resgate do Soldado Ryan”, com explosões e muito sangue, conhecemos o passado de Denyel, desaparecido nos escombros de Atlântida e designado para acompanhar as mudanças que estão acontecendo na humanidade, refletidas diretamente nos sete céus e que estão afetando o tecido da realidade. O que dificulta a passagem de anjos para a Helad, ou seja, o nosso mundo.

    Anjos da Morte é a segunda parte da trilogia Filhos do Éden e continuação de Herdeiros de Atlântida. Nessa nova aventura, a Ishin que controla as forças da natureza e protagonista do primeiro livro da série, juntamente com o guerreiro querubim Urakin e o Hashmalin punitivo Ismael, partem em busca de Denyel, perdido desde uma peleja nas fundações da cidade mítica de Atlântida. O trio, comandado por Kaira, vai de um canto a outro do mundo em busca de pistas que levem ao paradeiro do anjo, consultando inclusive entidades demoníacas.

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    The show must go on! O futuro de Glee após a morte de Cory Monteith

    Encontrado morto em um hotel em Vancouver no dia 13 de julho, o ator canadense Corey Monteith (31), nosso eterno Finn Hudson, de Glee, deixou repentinamente seus fãs e o mundo com intermináveis questionamentos. Com quatro temporadas concluídas e duas futuras com contratos assinados, as perguntas que não querem calar são: “E agora, o que […]

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    Letreiros de neon, yakuza, assassinato e um repórter boa pinta

     

    TOK2

    O submundo da terra do sol nascente, é revelado pelo jornalista americano, Jake Adelstein, em seu romance de não ficção Tóquio Proibida.

    No livro, o repórter do Yomiuri Shimbum, trabalha nas ruas estreitas repletas de boates, em Tóquio. Conversa com mafiosos da Yakuza, se finge de acompanhante em uma night club e acompanha em primeira mão os passos para descobrir a morte de uma estrangeira, num país em que os poucos crimes não vem à tona.

    O leitor pode ter a sensação de que está em um cinema, devido a fluidez e a plasticidade com que Jake narra os anos em que atuou como jornalista no Japão, contando desde o inevitável choque cultural, o preconceito e a desconfiança com que os estrangeiros, os gaijin, são tratados pela sociedade nipônica, até os hábitos e superstições na mesma.

    Grande parte do livro é dedicado a revelar os detalhes que levaram a prisão de Jobi Obara, pelo assassinado da inglesa Lucie Blackman. Os suspeitos, as declarações, o relacionamento com os policiais são minuciosamente descritos.

    Jake, com quem o pai da moça confiou para estar a par das investigações. Em busca de um furo, se envolve com acompanhantes e moças de programa do distrito de Roppongi e descreve a rotina de prostituição, drogas e álcool de Obara até encontrarem Lucie, ou o que restou dela.

     

    TOK1

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    Electra Heart: Um álbum conceitual que ultrapassa os limites sonoros

    Electra Heart

    Um álbum conceitual é um álbum de estúdio em que todas as ideias líricas ou musicais contribuem para um único tema e/ou história. Difere do álbum comum por não ser apenas um conjunto de músicas desconexas e utiliza alguns elementos para a elaboração e desenvolvimento do conceito. Existe uma discussão sobre o que deve ser considerado ou não um álbum conceitual, que não será aprofundada aqui para que não se perca o objetivo principal. Mas vale salientar: apenas dizer que todas as músicas do álbum falam sobre felicidade ou um tema qualquer, por exemplo, não o torna um álbum conceitual.

    Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, é considerado por muitos o primeiro álbum conceitual, mesmo com divergências sobre se a banda de fato inaugurou o gênero. O disco possui todas as faixas interligadas e a proposta inicial era que cada membro dos Beatles assumisse um personagem fictício da Lonely Hearts Club Band. Porém essa ideia se perde a partir da segunda canção do disco, e mesmo todas estando ligadas umas às outras, não dão seguimento a uma mesma história ou fazem referências intrínsecas. Esse álbum influenciou inúmeros outros artistas, principalmente por inovar ao utilizar durante as músicas diálogos, gritos, sons de animais etc.

    Podemos citar vários exemplos de álbuns conceituais. Como The Wall, do Pink Floyd, que trata de temas como o abandono e isolamento pessoal, simbolizados por uma parede metafórica. American Idiot, do Green Day, que descreve a história de um personagem central chamado Jesus of Suburbia. Destiny Fulfilled, do Destiny’s Child, em que as músicas contam a história de um grupo de mulheres tentando encontrar amor.

    Claro que mencionar esses álbuns de forma tão breve não faz jus aos seus conceitos, significados e elaboração. Mas esses parágrafos iniciais servem apenas para introduzir o objetivo principal dessa matéria: citar um álbum conceitual que extrapola os limites sonoros e alcança outras mídias e formas de divulgação.

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    Elysium: Novo trailer legendado destaca as participações de Wagner Moura e Alice Braga

    Foi divulgado na sexta-Feira passada (02) o trailer legendado de Elysium com as participações de Wagner Moura (Tropa de Elite) e Alice Braga (Predadores). Além dos brasileiros, o filme ainda tem no elenco Matt Damon (Bravura Indômita), Jodie Foster, Sharlto Copley (Esquadrão Classe A), William Fichtner (Batman – O Cavaleiro das Trevas) e o Mexicano Diego Luna (E sua Mãe Também) e fará sua estreia cercado de pressão.

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